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terça-feira, 25 de setembro de 2018

ABRIGO NUCLEAR RECORDS Rec On Mute E Taberna Russa





Segunda leva de videos dos ensaios na Abrigo Nuclear, ensaios são legais o clima a descontração , as broncas as risadas a seriedade!


https://www.facebook.com/pg/reconmute/about/?ref=page_internal    Post Rock , Show gase, Noise Membros da banda
Gabriel Barg - guitarra e voz
Julio Domingos - guitarra
Kélson Marcelo - bateria
Wilson Lopes - baixo


https://soundcloud.com/taberna-russa      Gênero
Rock
Membros da banda
- Peter - Vocal - https://goo.gl/rLCNSV
- Sadrack - guitarra - https://www.facebook.com/sadrack.oliveira.98
- Valdenir - Baixo - https://goo.gl/QYx9p9
- Djow - Bateria - https://goo.gl/Nsmh35

domingo, 23 de setembro de 2018

Ensaio Aberto - ABRIGO NUCLEAR RECORDS

O submundo musical, pode ser um senhor na andropausa , ou  um bebê sugando o colostro e lá vai o blog novamente a Jaraguá Do Sul cobrir um evento inusitado , um ensaio aberto que rolou com diversas bandas da cidade, em um ambiente descontraído rolou rango cervejas, e uma inteiração entre as bandas e as as pessoas , seguem algumas imagens.

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

ÁPOCRIFOS ( Metal Na Praça 3).











Victor Moura , Vocal ,também é vocal na (Heryn Dae)
Antonio Gonçalves ,Guitarra ,toca guitarra também no Luciferiano.
Bia Cunha , Contra baixo.
Culver Yu , Bateria ,também é baterista  da Steel Warrior,  o projeto participou com sua música " Magia Enin Hominis " na coletânea Rock Soldiers ,vol 23 pela gravadora UGK , E EM BREVE LANÇA SEU PRIMEIRO TRABALHO OFICIAL  através dos selos ; Cold Winds  Corporation Records .
Baphoment Revalations .
O Limbo Bazar Do Rock .
Ventos Da Morte Records.

domingo, 15 de abril de 2018

Dividindo A Alegria , Em Uma Casa De Bonecas.

Sexta feira treze , com sangue, com mortes , e com zumbis, caixões e muita música, acredito que o Cadaveric Hotel , depois do enfarte ficou mais lesado ainda ,irônico, sujo e um doce....
E a sabedoria dos anos vai nos ensinando  que é a atitude e o arregaçar de mangas que nos torna mais PUNKS , FEIOS SUJOS E DOCES.

terça-feira, 27 de março de 2018

O Velho E O Novo( The Outlaw Singer's , Strato Feelings)

Somos as formigas catando migalhas ,catando folhinhas somos as abelhas que polinizam polinizam polinizam sem parar, e assim tentamos forjar algo em Joinville, uma cultura,  um estilo, uma migração aleatória que vem sem saber que ira voltar , que foge ,que se esconde , mas está lá muitas vezes inerte mas vivo , vivo vivo assim é o UNDERGROUD!

domingo, 26 de março de 2017

Banda Comanches e Banda Rota 403(AME Jonatas)

Comanches com um novo Baterista o repertório era o antigo, mas arriscaram dois sons autorais .
E Rota 403 veio com um set só de som autoral, infelizmente pude registrar pouca coisa , mas já deu para sentir o pique desta nova banda de Joinville.

sábado, 25 de março de 2017

Somewhere EU SOU TOSCO!







Farto HC.
Poluição Sonora.
Latas de Sardinha !
Leandro Rocha 'Professor Pardal' ,e seus pedais de lata de sardinha.
Guerrilla Way
Conheci Paulo de Almeida há vinte e quatro ou vinte e cinco anos, literalmente abrimos as portas do Curupira Rock Club..... O tempo passou, e aqui estamos nós novamente lutando pelos mesmos ideais de tantos anos passados, as mesmas questões ranços caos criticas, apoio ou falta dele, lugar para tocar e a falta deles do público chinelento ou do público que apóia, nossas teses acredito hoje pouco importam o que importa é que mesmo de certo modo cansados (ou cansado- falando por mim) continuamos aí mostrando as bandas e a cultura de nossa região, estado, Brasil, mundo, obrigado as bandas que participaram desta empreitada é isso a vida segue! Sim SOU TOSCO  o cara que não sabe fazer mas vai lá e faz na vontade na coragem e é por isso que o som autoral tem o dever de nunca morrer pela tosquice pela loucura pela vontade de nunca  morrer! QUE NUNCA NUNCA VAI MORRER!
Rota 403.
Somewhere.

FUGOZ

segunda-feira, 13 de março de 2017

Jinetes Fantasmas Em Joinville.



Psycobilly Argentino.






Artistas de quem também gostamos
Nekromantix, Sick Sick Sinners, Mad Sin, Tiger Army, Phantom Rockers, Demente Are Go, Sir Psycho, WorkingHorse Irons, etc...
INFORMAÇÕES DE CONTATO

Jinetes Fantasmas
MAIS INFORMAÇÕES

Gênero
Psychobilly

Membros da banda
Vena (Voz y Guitarra); Gabba (Guitarra y Coros); Dr. Satonico (Contrabajo y Coros); Bronca (Bateria y Coros).

Cidade natal
Mar del Plata

Gravadora
ATMC Records

Sobre
Jinetes Fantasmas primer banda Psychobilly en Mar del Plata (Bs.As.Argentina) expandimos nuestra musica donde se encuentre algun amante del Psychobilly.

Biografia
Jinetes Fantasmas es la primer banda Psychobilly en Mar del Plata (Prov. de Buenos Aires, Argentina). Luego de algunos cambios de formación, la banda queda cons... Ver mais

Localização atual
La costa de MdP


sábado, 11 de março de 2017

Márcio Sno" UM FANZINEIRO DO SÉCULO PASSADO".







Há quanto tempo desenha?
Desde moleque eu sempre gostei de desenhar. Não sei te precisar quando exatamente isso aconteceu. Sempre gostei muito de quadrinhos e desenho animado e isso ajudou muito tomar gosto pela coisa.

Lembra do primeiro fanzine que publicou?
Foi o Aaah!!, que lancei em abril de 1993. Nesse zine ajudei a divulgar um monte de artistas independentes, como quadrinistas, ilustradores, poetas e, principalmente, bandas. Esse zine durou 6 edições e o que eu faço hoje em dia é bem diferente daquela época. Também eram outros tempos...

Alguma vez pensou em desistir?
Na verdade, eu dei um tempo no começo dos anos 2000. Nessa época eu já estava casado e com um filho e não tinha mais tempo pra “essas coisas de adolescente” e fui parando meio que naturalmente. Porém, o zines sempre me perseguem. Por mais que eu tentasse fugir dele, sempre ele me puxava de volta. Chegou uma vez que eu parei de resistir e cá estou nessas há 24 anos...

Como é ter vivido essa passagem dos anos 80 e 90 para o século 21?
Ah, vivemos, né? Os anos 90 foram cheios de complexidades, pois no seu meio temos o fenômeno internet que mexeu com a vida de todo mundo. Posso dizer que vivi na última era em que os zines eram feitos totalmente manual e o underground se movimentava de forma analógica. Doido pensar isso hoje em dia.
O século 21 taí: cheio de coisas boas e muitas ruins. É tempo de refletir sobre o que realmente é necessário em nossas vidas: o que consumir, a forma que vivemos, nossos objetivos, nossos valores. Infelizmente o que resume os dias atuais, foi dito por Odair José recentemente: “é o presente trazendo o futuro de volta ao passado”.

Fale um pouco de ter conhecido Odair José e ter criado o Odair Jozine.
Sou fã do cara há muitos anos. O meu compadre Jean Marim (Sonidos, Ruídos y Ideas) ajudou a escutá-lo com um outro ouvido. Tenho um respeito absurdo por esse cara, por tudo que fez, a sua audácia, estar à frente de seu tempo... Enfim.
Antes de pensar num fanzine sobre ele, fiz o ZineVon com o Renato Donisete (Aviso Final). Com o bom retorno, o primeiro artista que pensamos foi no Odair. Queríamos mostrar “o Odair que poucos conhecem” para ajudar a tirar esses rótulos perjorativos que acompanham sua carreira desde sempre. Então, naturalmente, chamei o Jean pra escrever e, por acaso, apareceu o Renato Lauris Jr (Sobre Vidas) que se convidou e foi aceito imediatamente. Depois veio a ideia de chamar minha sobrinha Nayara Konno pra fazer umas versões de canções dele e ela, por sua vez, convidou Hegberto Emiliano para ajudar nos arranjos e, assim nasceu o Duo Demodê, que participou no lançamento do fanzine.
A ideia do fanzine era fazer um entrevistão com o Odair (tínhamos muitas perguntas elaboradas, muitas!), mas acabou não rolando por causa das agendas que não batiam – coincidiu com lançamento do último disco Gatos e Ratos. Como estávamos adiando muito por causa da entrevista, optei em abortar a missão e cada um seguiu com uma pauta pra resolver.
O resultado foi esse fanzines-documento que é considerado pelo próprio Odair como o mais completo release sobre a sua pessoa e trabalho. Como se não bastasse, fui convidado a comercializar o zine no lançamento do disco no Cine Joia, em SP. Na mesma semana, ouvindo o disco Assim Sou Eu..., prestei um pouco mais de atenção na música “Eu queria ser John Lennon” e vi que dava pra fazer uma historinha e lancei em um microzine que é já um sucesso!
O Odair, sua família e banda me amam! É uma grande honra tudo isso! E hoje mesmo recebi um convite dele para um outro projeto. Aguardem e confiem!

Casado? Solteiro? Tem filhos? Algum deles seguiu a arte de desenhar ou criar fanzines?
Ainda sou casado e tenho um filho de 19 anos, o Calvin. Eles sempre me apoiaram em tudo que eu fiz e faço em relação aos zines. Sabem o porquê estou nessa.
A Joelma chegou a produzir um zine comigo lá nos anos 90, o Don’t Worry!!, que durou duas edições. O Calvin me ajudou muito na gravação do documentário Fanzineiros do Século Passado e na realização de algumas oficinas de zines, porém, não chegou a “seguir carreira” na parada. Talvez façamos algo juntos futuramente, uma vez que está cursando Design Gráfico agora. Vejamos.

Lembra para quais bandas fez algum tipo de arte camisas ou capas de demo-tapes?
Nossa... Desenhei pra muita gente! Muita! Foram camisetas, flyers, capa de demo-tapes, CDs, zines, adesivos, logotipos... Não tenho ideia de quantos eu produzi. Bandas, vou citar algumas: Mukeka di Rato, The Power of the Bira, Cash for Chaos, Protestantes HC, Homem Lixo, Gulliver, TSI, Jukes, Decibéis D’biloid’s, Tormento dos Vizinhos, Komadreja...

Qual a última banda que ouviu?
Eu sempre estou ouvindo muita coisa. De vários estilos, lugares... Meu gosto é bem eclético, no sentido literal da palavra. Das últimas coisas que tenho ouvido, recomendo: o último disco do Sabotage, Bnegão e os Seletores de Frequência, o último disco/livro do Leonardo Panço, Superfícies, sempre boto pra rolar... Die Antwoord, Cavalera Conspiracy, Criolo, Buraka Som Sistema, Black Alien, Chico Trujillo, constantemente aparecem no meu setlist.

Algum artista te influenciou?
Ah, vários... em diversas linhagens artísticas. No desenho, sem dúvidas, Marcatti e Angeli foram os principais. Também bebi muito na fonte de Lourenço Mutarelli, Fernando Gonsales, Laerte, Crumb, MZK... Mais atualmente piro no trabalho de Laudo Ferreira Jr, Adão Iturrusgarai, Allan Sieber, Joe Sacco, Luiz Berger, Ben Snakepit, entre muitos outros.

Fala uma merda aí?
Meu... Uma merda? Não sei se é merda, mas vamos lá: “o diabo não é tudo isso que pintam”.

E a última: uma banda e uma música?
Nossa… Difícil pra caraio… Tem uma música que é um divisor de águas na minha vida mais recente, que é “O melhor exemplo do que não seguir” do Dead Fish que me ajudou a ganhar forças pra dar uma virada na minha vida.

Banda? Vou na mais óbvia: Ramones.








O Oficineiro Márcio Sno



Nascido Márcio Mitio Konno, Sno é paulista, zineiro, jornalista, ilustrador, pesquisador, oficineiro e educador. Nos anos 1990 editou diversos zines e colaborou para muitos outros no Brasil e exterior. No mesmo período fez ilustrações para bandas e zines. A partir de 2005 passou a coordenar diversas oficinas de Zines, Brinquedos de Papel, Tiras de HQ e Livros Artesanais para crianças, adolescentes, jovens, educadores e público em geral, em escolas, universidades, bibliotecas, ONGs, centros culturais e unidades do SESC. Entre 2011 e 2013 lançou três capítulos da série de documentários Fanzineiros do Século Passado, que já foi exibido em todo o Brasil e países como Canadá, Inglaterra, Turquia, Argentina e Bielorrússia. Em 2015 lançou seu primeiro livro O Universo Paralelo dos Zines de forma independente pela Editora Timo. Essa publicação é o resultado de oito anos de pesquisa autônoma na qual apresenta a história dos zines, seu uso em propostas pedagógicas, o perfil dos editores e o meio onde está inserido, entre outras abordagens. 

Constantemente lança zines com temáticas, formatos e tamanhos diferenciados, que vende nas diversas feiras de publicações independentes que participa. Já perdeu as contas de quantos zines lançou.



UM FANZINE DO SÉCULO PASSADO

Um Guerreiro Dos Fanzines.
OFICINAS COORDENADAS POR Márcio Sno

CRIANÇAS E ADOLESCENTES 2013: CCA AMAI 2  Ass. Cidadania Ativa do Macedônia – ACAM  2014: Instituto Inforedes - Jardim Boa Sorte  Grupo Unido pela Reintegração Infantil (2014)  CCA Cidade Júlia (2014)  CCA Santa Amélia  MOCAPH Santa Terezinha  CCA Joca (2014)  Comunidade Meu Abacateiro  Centro de Formação Irmã Rita Cavenaghi  Escola Pinheiro  CCA Villa  SESC Santo Amaro - Programa Juventudes – 4 oficinas  2015: CCA Dom José  CCA Parque Rondon  CCA Barro Branco  EMEF Profa. Isabel Vieira Ferreira – 2 oficinas  CEU Alvarenga  CEU Caminho do Mar  CCA Valo Velho – 17 oficinas  2016: Centro Social São José – 4 oficinas • Movimento Renovador Paulo VI  SESC Santo Amaro – 5 oficinas • E. M. Abrão Adolpho Engel (escola rural em Alfenas/ MG) • Fábricas de Cultura Jardim São Luís • Fábricas de EDUCADORES 2009: Ação Comunitária  2012: Faculdade Sequencial  2014: Comunidade Missionária de Villaregia  Associação Auriverde  CRAS Cidade Ademar  Faculdade Sequencial  2015: Escola João Paulo II - 2 oficinas PÚBLICO MISTO 2005: SESC Barra Mansa/RJ  2013: SESC Belenzinho  2014: Unifal - Alfenas/MG - I Faísca  I FELIPE – Petrópolis/RJ  2015: SESC Bom Retiro  Casa das Rosas  SESC Osasco – 4 oficinas  SESC Teresópolis – 6 oficinas  Projeto Rock Ex Machina – 4 oficinas  Unifal – Alfenas/MG – II Faísca  SESC Santo Amaro – 4 oficinas  Casa de Cultura Raul Seixas  2016: SESC Pompeia – 4 oficinas • SESC Santo Amaro – 3 oficinas • Gibiteca de Santos • SESC Osasco  2017: SESC Osasco – 4 oficinas OFICINAS COORDENADAS POR MARCIO SNO ` Cultura Capão Redondo • Fábricas de Cultura Brasilândia • Fábricas de Cultura Cachoeirinha • Fábricas de Cultura Jaçanã • CIEJA Campo Limpo • EMEF Marina Melander Coutinho – 4 oficinas • Sociedade Benfeitora Jaguaré – 2 oficinas (via The Walt Disney Co Brasil) • CCA Auri Verde