terça-feira, 19 de março de 2013
Arqueologia Musical 04 Ainda A Alemanha
domingo, 17 de março de 2013
Arqueologia Musical 03
sábado, 16 de março de 2013
Zé entrevista - Marcos Maia
É Bem Prova Disso Deve Apenas Ser Uma Conspiração Minha
Não sei onde mora minha felicidade, se mostrar o que venho mostrando neste blog, ou de estar feliz por mostrar as pessoas que estou em minhas pequenas entrevistas, (colocando um pouco de luz em nossa história) sei de todo que de um modo ou outro vou realizando e concretizando meus pequenos desejos e lhes mostrando esses fatos que ficam pulando em minha mente doentia, doente por mostrar doente por me afastar por muito tempo, doente por hoje dizer que estou feliz, hoje com essa quinta entrevista encerro um pequeno ciclo que só eu vou entender, mas de boa... .... Eram cinco pessoas que para mim tinham um sentido especial e sei vocês vão pensar, e o Zé está viajando, mas de boa nossa vida é uma viagem, insana viagem, obrigada Marcos Maia por seu depoimento, e como citei em uma rede social sua franqueza me serve de combustível para continuar, viva minha conspiração acredito que estou no caminho certo!
Não sei onde mora minha felicidade, se mostrar o que venho mostrando neste blog, ou de estar feliz por mostrar as pessoas que estou em minhas pequenas entrevistas, (colocando um pouco de luz em nossa história) sei de todo que de um modo ou outro vou realizando e concretizando meus pequenos desejos e lhes mostrando esses fatos que ficam pulando em minha mente doentia, doente por mostrar doente por me afastar por muito tempo, doente por hoje dizer que estou feliz, hoje com essa quinta entrevista encerro um pequeno ciclo que só eu vou entender, mas de boa... .... Eram cinco pessoas que para mim tinham um sentido especial e sei vocês vão pensar, e o Zé está viajando, mas de boa nossa vida é uma viagem, insana viagem, obrigada Marcos Maia por seu depoimento, e como citei em uma rede social sua franqueza me serve de combustível para continuar, viva minha conspiração acredito que estou no caminho certo!
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sexta-feira, 15 de março de 2013
Rotting Christ
| The bass man |
| Marca registrada sempre o pé na caixa de retorno! |
| the vocal! |
| Rotting Christ 14/03/2013 |
Digamos eu e meu fator de captação sonora, vou seguindo descobrindo sons, ontem não fui filmar apenas fotografei, e sempre assim quando estou em shows fico pensando em pessoas que não vejo (em shows), pois sempre acredito que perderam principalmente músicos, pois de fato perderam um bom espetáculo, assim como perderam quando não estavam lá muitos que não foram ao show de RONALDO E CHILE perderam por faltar há um belo show. Ontem ,fui eu e Eduardo Paiva ,parceiro de sempre para essas atividades extras curriculares e nos divertimos assistimos um grande show ,reencontramos uns figuras e curtimos umas histórias , bem interessantes , me volto há um dos meus primeiros textos no blog ,quando falei sobre um caminhão que havia passado por Joinville, e coloco também o ROTTING CHRIST como possíveis caminhões nesta rota , nunca consegui ser um crítico musical vou sempre aceitar minha opinião de achar um show de banda autoral muito legal e não conseguir na maioria de minhas opiniões achar um show ruim , há sim um músico cover isso sim é horrível , imagina você ficar ouvindo um cara que não é o autor da música cantando que o PAPA É POP ou ... .... .... EU NÃO POSSO MAIS FICAR AQUI HÁ ESPERAR, ora covenhamos isso é muito chato, então mais vale uns HIPPES de meia idade montar banda e se repetir com sons autorais sobre a natureza, enfim voltando sobre ontem estava tudo lá que uma banda do dito som mais pesado precisa, rapaziada de preto, músicos muito fudidos, pés na caixa de retorno e um êxtase que normalmente você não vê em outros estilos que o ROCK AND ROLL deriva.•••••••••••••••••••.
Tirando os traumas de autoridades por locais depois de Santa Maria, e mudanças de local tudo correu bem e sempre tranquilo, foi uma noite de metal pesado em Joinville e independe do estilo volto á repetir, quem não esteve lá pode um dia quem sabe botar a mão na caxola e reclamar pra si mesmo (pó não fui neste) e então é claro eu e Eduardo Paiva somos sempre os estranhos neste ninho de estilos e o melhor de tudo isso é nós não nos prendermos há esses DOGMAS de só gostar disso e daquilo e ainda não conseguir falar pra si mesmo viva nosso estilo , não, falo, viva nossa música assim sempre vai soar sempre bem melhor!
E tem nisso tudo um lance bem legal que percebi agora á pouco quando acordei em menos de um mês tivemos dois eventos bem legais na cidade, o GRITO ROCK, com direito a uma banda chilena muito interessante mesmo e o show de ontem do ROTTING CHRIST, assim para um cara alucinado pelo som pelo barulho como eu está muito bom, DIGAMOS EU E MEU FATOR DE CAPTAÇÃO SONORA VOU SEGUINDO DESCOBRIDO SONS fiquem todos bem até breve.
| Joinville Harmonia Lira14/03/2013 Rotting Christ |
| banda muito legal som bem interessante! |
| 14/03/2013 Harmonia Lira |
| Rotting Christ 14/03/2013 no Harmonia Lira |
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Rotting Christ em Joinville 14/03/2013
quarta-feira, 13 de março de 2013
Leitura - Jason 2001: Uma odisséia na Europa
Texto Zé:
Está na contra capa e começa assim: Não é pra qualquer um, não é pra quem pode, é pra quem quer, é pra quem faz! (Wander Wildner).
E uma banda do sub, sub, sub foi lá e fez!Fala sério, quem já não teve banda, sonhou, sonha em....... pô galera vamos pegar a estrada? Falo, claro, por mim, que já ficava feliz ganhando os hot dogs no Curupira Rock Club. Nossa benção Jason, vocês são foda!
A van da banda No Rest foi o barril do Chaves e, lá cruzaram parte da Europa dormiram ,passaram perrengues venceram. Me pego a pensar quando eu tinha quinhentos contatos mundo á fora, me pego a pensar na noite em que dormi na casa de Edson Luís de Souza e vi aquelas trezentas cartas e as demos do The Power espalhadas por lá.
.. Sei, sempre vou saber no fundo, que bom que alguém fez, faz isso, e continuamos escalando montes que nunca chegam ao fim, caímos, levantamos e de cabeça erguida gritamos como na letra de certa canção da banda Faith No More (que é trabalho que alguém há de fazer, e fazemos). Então está lá , do País Basco a Barra Mansa , da Noruega ao Curupira Rock Club , de Porto Alegre a Dresden um pé na estrada para nós seres humanos, meros seres humanos coisas e histórias para serem pensadas. Ah! Quer ter banda ,quer escrever em blog , montar um documentário , então filho bota o pé na estrada, pois senão no conforto de nossa sala, ou clicando o enter ou de nossos pequenos recantos onde ainda acontece alguma coisa (pequenos shows), no fundo ,fundo mesmo sempre não iremos muito longe. Poderemos gravar cinco seis CDs ,fazer um ,dois três documentários , mas, meus amigos , nunca, com toda certeza haverá sentimento melhor , do que você ficar três meses fora do seu país(ou sua região) levar pilhas de cds, camisetas tocar em lugares legais outros nem tanto e conhecer centenas de pessoas outra dezena de bandas e fazer amigos e como via de regra contar com a ajuda de muitos no caso do Jason na Europa a banda No Rest, na época, serviu como sempre um apoio em si e de todas as formas, sempre o apoio nessas horas é fundamental para essas histórias acontecerem .
Para quem quiser, ou se interessar está lá, datas, squats, locais, cidades, um pouquinho de tudo desde como não tomar banho ou conhecer bandas digamos não muito normais, fotos de shows e da neve que era uma vitória para os cariocas, tudo mesmo, belos shows, e os squats na sua grande maioria concedidos pelas prefeituras da cidade para os jovens administrar ora maravilha sonho de consumo de todo cara dito alternativo. Enfim esse é o primeiro livro que comento no blog ,e acredito que agora sei o porque de Leonardo Panço em conversas comigo e da intenção de criar este blog ele gritou pela internet , "Cara, faz tudo, monta o blog, faz um livro, monta o documentário" , agora eu sei de verdade. Segue uma breve entrevista com o Panço.
Zé: De quem foi a idéia da primeira tour fora do pais?( O COMEÇO!!!!!)
Leonardo Panço: Minha mesmo. Desde que o Colera saiu em tour em 1987, eu tinha vontade de sair por aí tocando quando o povo do NO Rest foi morar lá fora em 1998, pilhei mais ainda. E o Zé do No Rest disse que a van que usavam ia ficar um tempo parada. Foi a deixa para começar a me agilizar.
Zé: Você foi o narrador da história e a idéia do livro já estava arquitetada ou surgiu com a adrenalina dos shows?
Leonardo Panço: O livro sempre foi um desejo, então, quando ficou tudo acertado que ficaríamos oitenta dias fora, percebi que teria histórias para contar. Mas o que iria acontecer não tinha como saber, só com o tempo passando e os shows rolando. Aí fui escrevendo durante as viagens, chegamos a fazer 35 shows em 33 dias, logo, não conseguia escrever todos os dias, mas no final do Tour o livro estava, digamos, pronto! Teve partes do manuscrito que perdi, ai tive que lembrar de cabeça.
Zé:Em algum momento pensaram em desistir?
Leonardo Panço: Talvez, mas nunca foi sério. Era um desejo e um sonho. Uma realização para a banda e os momentos bons superam tudo.
Zé: Quantas vezes mais fora do país depois desta?
Leonardo Panço: 2003 E 2006! E eu acabeu acompanhando a banda Agrotóxico por duas semanas e duas bandas alemãs por outras duas semanas, inclusive neste período escrevi parte do meu outro livro(Caras Dessa Idade Já Não Leem Manuais).
Valeu Leonardo Panço!
.. Sei, sempre vou saber no fundo, que bom que alguém fez, faz isso, e continuamos escalando montes que nunca chegam ao fim, caímos, levantamos e de cabeça erguida gritamos como na letra de certa canção da banda Faith No More (que é trabalho que alguém há de fazer, e fazemos). Então está lá , do País Basco a Barra Mansa , da Noruega ao Curupira Rock Club , de Porto Alegre a Dresden um pé na estrada para nós seres humanos, meros seres humanos coisas e histórias para serem pensadas. Ah! Quer ter banda ,quer escrever em blog , montar um documentário , então filho bota o pé na estrada, pois senão no conforto de nossa sala, ou clicando o enter ou de nossos pequenos recantos onde ainda acontece alguma coisa (pequenos shows), no fundo ,fundo mesmo sempre não iremos muito longe. Poderemos gravar cinco seis CDs ,fazer um ,dois três documentários , mas, meus amigos , nunca, com toda certeza haverá sentimento melhor , do que você ficar três meses fora do seu país(ou sua região) levar pilhas de cds, camisetas tocar em lugares legais outros nem tanto e conhecer centenas de pessoas outra dezena de bandas e fazer amigos e como via de regra contar com a ajuda de muitos no caso do Jason na Europa a banda No Rest, na época, serviu como sempre um apoio em si e de todas as formas, sempre o apoio nessas horas é fundamental para essas histórias acontecerem .
Para quem quiser, ou se interessar está lá, datas, squats, locais, cidades, um pouquinho de tudo desde como não tomar banho ou conhecer bandas digamos não muito normais, fotos de shows e da neve que era uma vitória para os cariocas, tudo mesmo, belos shows, e os squats na sua grande maioria concedidos pelas prefeituras da cidade para os jovens administrar ora maravilha sonho de consumo de todo cara dito alternativo. Enfim esse é o primeiro livro que comento no blog ,e acredito que agora sei o porque de Leonardo Panço em conversas comigo e da intenção de criar este blog ele gritou pela internet , "Cara, faz tudo, monta o blog, faz um livro, monta o documentário" , agora eu sei de verdade. Segue uma breve entrevista com o Panço.
Leonardo Panço: Minha mesmo. Desde que o Colera saiu em tour em 1987, eu tinha vontade de sair por aí tocando quando o povo do NO Rest foi morar lá fora em 1998, pilhei mais ainda. E o Zé do No Rest disse que a van que usavam ia ficar um tempo parada. Foi a deixa para começar a me agilizar.
Zé: Você foi o narrador da história e a idéia do livro já estava arquitetada ou surgiu com a adrenalina dos shows?
Leonardo Panço: O livro sempre foi um desejo, então, quando ficou tudo acertado que ficaríamos oitenta dias fora, percebi que teria histórias para contar. Mas o que iria acontecer não tinha como saber, só com o tempo passando e os shows rolando. Aí fui escrevendo durante as viagens, chegamos a fazer 35 shows em 33 dias, logo, não conseguia escrever todos os dias, mas no final do Tour o livro estava, digamos, pronto! Teve partes do manuscrito que perdi, ai tive que lembrar de cabeça.
Zé:Em algum momento pensaram em desistir?
Leonardo Panço: Talvez, mas nunca foi sério. Era um desejo e um sonho. Uma realização para a banda e os momentos bons superam tudo.
Zé: Quantas vezes mais fora do país depois desta?
Leonardo Panço: 2003 E 2006! E eu acabeu acompanhando a banda Agrotóxico por duas semanas e duas bandas alemãs por outras duas semanas, inclusive neste período escrevi parte do meu outro livro(Caras Dessa Idade Já Não Leem Manuais).
Valeu Leonardo Panço!
Jason, 2001:Uma odisséia na Europa
Ano:2005
Autor:Leonardo Panço
Capa:Flávio Floc
terça-feira, 12 de março de 2013
Arqueologia Musical - 02
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segunda-feira, 11 de março de 2013
Arqueologia Musical - 01
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sábado, 9 de março de 2013
Escravos De Um Balde Lixo
| só para registrar : me vi nesta cena! |
| feira do vinil em Joinville |
| A Arte Me Consome |
| Banda Miopia Na Estação Da Memória |
| Um show digamos ... .... surpreendente! |
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09/03/13,
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sexta-feira, 8 de março de 2013
Memória do Underground Brasileiro - Um Rato Entre Os Ratos
Passei na loja ROCK TOTAL por volta das 12 horas, e então estava aquele burburinho, pô os caras vem aqui, e tinha aquela galera na esquina, na frente, dentro da loja,
pensei... .... Pó eu sou muito pacífico para pedir uma foto ou um aperto de mão dos caras e acabar levando um esporro de uns caras que estão na crista da onda (de ROCK STAR)
comprei meu LP de sábado tomei uma cerveja e fiquei esperando a noite chegar no barraco e lá fui eu como em grande parte dos shows que ia naquela época sozinho para o local,
vou dizer o que, lembrar do set list, não, vou dizer só que pura e simplesmente, que eu como REPORTER ESSO DA VEZ , fiz algumas fotos registrei um momento, que agora eternizo
e compartilho com vocês, há uns meses atrás os vi num show em FLORIPA É INEGAVEL O INDA O PIQUE DOS CARAS, isso é sempre também bom registrar, pó então sigo minha estrada, um
RATO SUJO DO ESGOTO CLOACAL PENSANDO EM SER UM VERME ME ACHANDO SER O TAL... .... ..... MEMORIAS.
atos
Fotos cedidas por: Edson Luiz de Souza(Muito Obrigado!)
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sexta-feira, 1 de março de 2013
Zé entrevista - Daniel(Flesh Grinder)
Um dos Três Ursos Com Fome, muita Fome!
Vivia na província e aprontava, vivia na província aprendendo a tocar seu violão e de tanto conviver naquela toca passou também a fazer parte daquela que é hoje um dos maiores expoentes no meio (DO SOM SPLATTER), foram a Europa sim uns malucos de Joinville se arrancaram com suas mochilas e meteram a cara e mais uma vez me remeto ao livro de Leonardo Panço, e penso pó, gravaram algum vídeo disso escreveram um livro fotos, eu queria estar lá dormindo sujo tomando cerveja curtindo os shows, escrevendo um livro, pois merece os caras são de Joinville com vinte anos de estrada e fazem bem o que diz ser a proposta do som, já há muito não os acompanho como antes, mas sei é muito bom e todo teatro e cine –trash que há por trás das apresentações também é incrível.
Então: esse ursinho sempre me chamou a atenção, pois todo sábado estava lá indo para sua aula de violão, e nós para variar no buteco dando risadas de histórias sem nos importar muito , e sua perseverança valeu , valeu, pois vivia mais na outra toca do que na sua, valeu, pois hoje percebo que o entrosamento dos três não faz caber ninguém mais na banda, valeu, pois sempre vale a pena corrermos atrás de pequenos sonhos, saber que ele ia aos shows do THE POWER E DO TORMENTO DOS VIZINHOS, e mesmo se nossas almas fossem pequenas valeria vai valer sempre, obrigado!
A DISCOGRAFIA DA BANDA É EXTENSA, ENTÃO RESOLVI SOMENTE POSTAR ALGUNS TRABALHOS, também como forma de não deixar vocês receberem tudo mastigadinho e é para vocês correrem atrás.
O primeiro trabalho : ROTTEN PROCES
Segue o segundo :ANATOMY E SURGERY
SPLATTER de 1999
LIBIDO CORPORIS (2001)
ENFIM SÃO VINTE ANOS E AGORA ESTÁ PREVISTO O LANÇAMENTO DE UM 7 EP, E VALE LEMBRAR TAMBÉM DO BELO PROJETO QUE É A OUTRA BANDA DOS TRÊS (UNDER THE SUN)
Vivia na província e aprontava, vivia na província aprendendo a tocar seu violão e de tanto conviver naquela toca passou também a fazer parte daquela que é hoje um dos maiores expoentes no meio (DO SOM SPLATTER), foram a Europa sim uns malucos de Joinville se arrancaram com suas mochilas e meteram a cara e mais uma vez me remeto ao livro de Leonardo Panço, e penso pó, gravaram algum vídeo disso escreveram um livro fotos, eu queria estar lá dormindo sujo tomando cerveja curtindo os shows, escrevendo um livro, pois merece os caras são de Joinville com vinte anos de estrada e fazem bem o que diz ser a proposta do som, já há muito não os acompanho como antes, mas sei é muito bom e todo teatro e cine –trash que há por trás das apresentações também é incrível.
Então: esse ursinho sempre me chamou a atenção, pois todo sábado estava lá indo para sua aula de violão, e nós para variar no buteco dando risadas de histórias sem nos importar muito , e sua perseverança valeu , valeu, pois vivia mais na outra toca do que na sua, valeu, pois hoje percebo que o entrosamento dos três não faz caber ninguém mais na banda, valeu, pois sempre vale a pena corrermos atrás de pequenos sonhos, saber que ele ia aos shows do THE POWER E DO TORMENTO DOS VIZINHOS, e mesmo se nossas almas fossem pequenas valeria vai valer sempre, obrigado!
A DISCOGRAFIA DA BANDA É EXTENSA, ENTÃO RESOLVI SOMENTE POSTAR ALGUNS TRABALHOS, também como forma de não deixar vocês receberem tudo mastigadinho e é para vocês correrem atrás.
O primeiro trabalho : ROTTEN PROCES
Segue o segundo :ANATOMY E SURGERY
SPLATTER de 1999
LIBIDO CORPORIS (2001)
ENFIM SÃO VINTE ANOS E AGORA ESTÁ PREVISTO O LANÇAMENTO DE UM 7 EP, E VALE LEMBRAR TAMBÉM DO BELO PROJETO QUE É A OUTRA BANDA DOS TRÊS (UNDER THE SUN)
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